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TENHA AJUDA DIRETA PARA

APRENDER A FAZER UM

ANTIBIOGRAMA

VETERINÁRIO

MODERNO E ATUAL

O que os alunos falam sobre a

MENTORIA AntibiogramaVET:

Suporte direto

Durante o período do programa, você terá acesso direto para responder as suas dúvidas.

GRUPO EXCLUSIVO DE ALUNOS

Ao entrar no Programa você terá acesso ao nosso grupo exclusivo de alunos, onde você poderá trocar experiências com outros microbiologistas, compartilhar soluções, trocar experiências e tirar dúvidas. O grupo é moderado e 100% focado em microbiologia veterinária, buscando a troca de experiências com os outros profissionais que vivem a mesma realidade que você.

PARA QUEM É A MENTORIA

Aplicação de todos os conceitos

FACILIDADE DE IMPLEMENTAÇÃO

CLSI/EUCAST/BrCAST são manuais complexos, difíceis de digerir, não é uma leitura para final de semana.
Estes manuais são a base do Antibiograma. Mas trazem apenas a ponta do iceberg.

Existem mais coisas na Cultura e Antibiograma do que apenas os antibióticos a testar e seus valores de referência para categorização da Resistência e Sensibilidade.

E muitas vezes nos deparamos pesquisando em muitos lugares e não achando o que precisamos:
Como fazer tal técnica?
Qual a identificação bacteriana que preciso fazer?
Como interpretar os resultados de uma determinada prova bioquímica?
Estou semeando corretamente?
Como faço a contagem bacteriana?
O clínico está pedindo para testar alguns antibióticos que não tem ponto de corte, eu devo testar?
Como interpreto uma determinada resistência?

Se você já se deparou com algumas destas dúvidas, te falo que eu também já tive estas mesmas dúvidas.
E inicialmente para agilizar os meus processos laboratoriais, eu comecei a montar protocolos de testes, notas para os laudos, lista de resistências intrínsecas…
E isso facilitou muito a minha vida. Processos sequenciais.

E para facilitar também a sua vida, para que os seus processos laboratoriais sejam mais ágeis e certeiros e menos onerosos,

VOCÊ TEM

TODO MATERIAL DE APOIO​ QUE VOCÊ PRECISA

O QUE VOCÊ VAI APRENDER

CONTEÚDOS DA MENTORIA

CONCEITOS GERAIS

IDENTIFICAÇÃO

ESCOLHA

INTERPRETAÇÃO

ELABORAÇÃO

OUTROS

Aprenda a fazer Antibiogramas Completos e Modernos, com alto valor diagnóstico na Medicina Veterinária!

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Equipe AtbnaVET

Profa. Sheila Wosiacki

Sou Médica Veterinária formada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM 1999), tenho mestrado em Sanidade Animal (2002) e doutorado em Ciência Animal pela Universidade Estadual de Londrina (UEL 2005).
Sou professora e pesquisadora com mais de 17 anos de experiência, dando aulas e orientando na graduação, residência e mestrado (UEM 2005-2022).
Realizo estudos e pesquisas sobre Resistência Antimicrobiana, Infecções Hospitalares e Gerenciamento de Antimicrobianos na Medicina Veterinária e sou professora e orientadora de Mestrado.

E hoje, eu me dedico exclusivamente ao @atbnaVET e ao @antibiogramaVET para trazer mais conteúdo e informações de qualidade e atualizadas, tanto para os clínicos quanto para os microbiologistas veterinários, fazendo a ponte que estas duas áreas tanto precisam. 

Perguntas de valor

Você deve saber o que significa o que está fazendo. O que exatamente precisa procurar, como identificar, o que testar e como interpretar o que encontrou.

O Antibiograma não é tão simples como parece. Fazer um Antibiograma não é apenas semear uma placa, colocar os discos e depois medir os halos. Tem muito mais coisas escondidas atrás destes procedimentos. Estes procedimentos são apenas a ponta do iceberg.

O Antibiograma não é apenas um conjunto de procedimentos, é uma ARTE, e como toda boa arte, precisa ser entendido e estudado para se chegar à supremacia. Queremos ser o DaVinci da microbiologia, não apenas amadores de final de semana.

Os processos até parecem simples, mas quando nos deparamos com amostras de infecções polimicrobianas ou amostras não convencionais, quando nos deparamos com possíveis erros no processo, precisamos entender o que estamos fazendo para interpretar corretamente o que está na nossa frente.

O Antibiograma Veterinário não é diferente do Antibiograma Humano, não pela técnica, a técnica em si é igual.

Mas as necessidades dos pacientes animais são diferentes das necessidades dos pacientes humanos.

Na Medicina Veterinária utilizamos determinados medicamentos que não são usados em Humanos, e vice-versa. E precisamos testar os antibióticos de eleição para animais ou os seus mecanismos de resistência bacteriana. Então temos um rool de antibióticos a testar diferente da Medicina.

Outro ponto chave é a identificação bacteriana: a maior parte das bactérias isoladas nas Culturas e Antibiogramas são comuns a diversas espécies animais, incluindo humanos, mas algumas bactérias são particularmente comuns em animais outras em humanos, e identificar apenas as bactérias comuns de humanos leva a erros importantes de identificação e testes de antibióticos, como é o caso de Staphylococcus pseudintermedius e o teste com oxacilina. Na2o convencionalmente pesquisado na Medicina Humana.

Quando estamos fazendo um antibiograma, no que pensamos?

1. Na bactéria isolada: testamos tudo que é possível para a bactéria;
2. No clínico: testamos o que o clínico solicitou a ser testado;
3. No paciente: testamos os antibióticos de uso rotineiro na veterinária;
4. Em nós mesmos e no que queremos achar: procuramos mecanismos de resistências, muito comum em laboratórios que trabalham com pesquisa.

Bom, nenhum destes pontos isolados, mas todos juntos.


A Terapia Antimicrobiana não é dar um antibiótico, é escolher o melhor antibiótico que fará efeito sobre a bactéria no sítio da infecção do paciente (e na Veterinária temos diferentes espécies de pacientes).

Isso quer dizer que precisamos fazer um antibiograma que teste o necessário para a bactéria e para o uso clínico, buscando testes e mecanismos de resistência que mostrem opções terapêuticas viáveis na Medicina Veterinária.

Então, pensamos tanto nos mecanismos de resistência intrínseca e adquirida da bactéria isolada, quanto na eficácia clínica no paciente, quanto na disponibilidade de apresentações farmacológicas financeiramente acessíveis que possam ser usadas na espécie animal em questão, auxiliando os clínicos na tomada de decisão.

Saber escolher e testar os Antibióticos certos é fundamental para os Microbiologistas.

Sim, e muito.

Os Microbiologistas testam os Antibióticos e detectam os mecanismos de resistência das bactérias isoladas.

E para isso, precisamos entender tanto de Microbiologia quanto de Farmacologia Básica voltada aos Antimicrobianos.

Como iremos testar o certo, reportar de forma adequada e auxiliar direta ou indiretamente os clínicos sem conhecer o que estamos testando ou detectando, e se isso é factível de ser utilizado nos pacientes.

Para algumas bactérias sim, para outras não.

Alguns testes de antibióticos ou detecção de mecanismos de resistências ou ainda a presença de resistências intrínsecas, são específicos para determinadas espécies ou grupos ou subgrupos bacterianos, outros não, servem para toda a família ou ordem bacteriana.

Então temos identificações bacterianas necessárias mínimas para a realização de um Antibiograma Veterinário Ideal e completo.

Obter uma cultura pura é essencial para se realizar um Antibiograma Veterinário Ideal e completo, faz parte das boas práticas para a realização do Antibiograma.

Apenas com uma cultura pura podemos fazer a Identificação Bacteriana necessária Mínima, testando os Antibióticos certos, elaborando um Laudo adequado.

Nem sempre os Antibióticos que o clínico quer são os Antibióticos que precisam ou podem ser testados. Então, não é uma boa tática deixar o clínico escolher os Antibióticos a serem testados.

Por exemplo: o Clínico solicitou que teste Amoxicilina com Clavulonato e Cefovecina.
• Você isolou um Staphylococcus: você não vai testar estes dois antibióticos, você vai testar penicilina e oxacilina/cefoxitina (depende da espécie de Staphylcococcus). Dependendo do resultado você vai reportar estes e outros beta-lactâmicos como resistentes ou sensíveis;
• Você isolou um Enterococcus: você não vai testar estes antibióticos, você vai testar penicilina e/ou ampicilina. Se der sensível você irá reportar também a sensibilidade à amoxicilina com ou sem inibidores com a nota de que não é necessário o uso de inibidores de beta-lactamase para a terapia anti-enterococos, e é resistente intrinsecamente à Cefovecina e outras cefalosporinas;
• Você isolou uma Pseudomonas, que tem resistência intrínseca a estas duas drogas. Você não irá testá-las, mas no laudo irá reportá-las como resistentes intrinsecamente.

O Laudo Ideal e Completo, mostra todas as necessidades do clínico e do paciente, e no laudo, todos os Antibióticos que ele solicitou estarão esclarecidos de uma forma ou de outra.

O teste de alguns antibióticos mostra apenas a resistência ou sensibilidade a ele mesmo.

No entanto, muitas vezes um antibiótico prevê a sensibilidade e/ou resistência a outras drogas da mesma classe. Esta é uma busca pelo mecanismo de resistência.

Podemos reportar no laudo os Antibióticos que não foram testados, mas estão previstos., aumentamos assim o leque de possibilidades terapêuticas para os clínicos, não nos restringindo apenas aos testes que fazemos.

Então, é uma boa estratégia para aumentar o valor do exame (não financeiro), o valor de opções que o teu exame entrega para a escolha clínica do medicamento ideal.

Você sabia que o Antibiograma, além de ser um exame individual que serve para detectar a bactéria que está causando a infecção e suas resistências a terapias antimicrobianas, também tem outras serventias?

  • Os dados de prevalência de microrganismos e de resistências dos antibiogramas podem ser usados para melhorar e direcionar as terapias empíricas iniciais de forma local ou regional (na tua clínica, cidade), melhorando a eficácia clínica e preservando a disponibilidade destes medicamentos para o seu melhor uso, incluindo até o uso e disponibilidade de drogas na Medicina Humana;
  • A avaliação atenta de antibiogramas pode levar a detecção de surtos de infecções hospitalares indicando caminhos a serem tomadas para evitar o alastramento ainda maior destas infecções de tão difícil tratamento.

 

Então, o Antibiograma é O EXAME, muito mais do que um simples exame individual ele pode e deve ser utilizado para preservar a eficácia e a disponibilidade de Antibióticos para os pacientes atuais e futuros, Animais e Humanos.

Ficou com alguma dúvida?

AVISO LEGAL

Para garantir que as estratégias tragam resultados é necessário aplicar todos os ensinamentos conforme o recomendado. Os resultados podem variar e dependem unicamente da dedicação de cada aluno em colocar em pratica os conteúdos aprendidos.

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